Receita · ICMS/ISSBrasil7 de agosto de 202618 min

Tabela de retenções IRRF, PIS e COFINS no Brasil 2026: bases, alíquotas e enteramento

Guia da tabela de retenções na fonte sobre serviços: IRRF, PIS, COFINS e CSLL, responsabilidades, EFD-Reinf, DCTFWeb e erros de ME e prestadores.

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Equipe Nompli

Tabela de retenções IRRF, PIS e COFINS no Brasil 2026: bases, alíquotas e enteramento

Por que a tabela de retenções aparece nas suas buscas

Tomadores de serviço retêm IRRF, PIS, COFINS e às vezes CSLL na fonte ao pagar PJ ou certos autônomos. Prestadores veem valor líquido menor na conta e precisam conciliar.

Termos "tabela retenções 2026" e "IRRF serviços" levam a esta leitura operativa: quem calcula, quem sofre e como enterar.

A base legal está na legislação federal e nas instruções da Receita; valores mudam por tipo de serviço e regime do prestador.

Confirme tabelas atualizadas em gov.br/receitafederal. Não use print de WhatsApp como fonte. Tabelas de retenção mudam e dependem da natureza do pagamento, do enquadramento das partes e de limiares. Não memorizé um PDF antigo: confirme a regra vigente e o código de receita no momento do pagamento. Treine contas a pagar para pausar quando o serviço for ambíguo.

Quem retém e quem sofre retenção

O tomador (agente retentor) calcula, desconta na NF ou no pagamento e recolhe. O prestador credita ou compensa conforme o regime.

O Simples Nacional pode ter regras diferenciadas de retenção; MEI em geral não sofre certas retenções federais clássicas.

Aprofunde o contexto no guia de retenções IRRF, PIS e COFINS sobre serviços.

Antes de reter, valide CNPJ, CNAE e regime do prestador. Cadastro errado gera retenção indevida ou omissão. Controle retenções sofridas e retenções efetuadas em relatórios separados. Cruze com NF-e/NFS-e e com o banco. Dirf/eSocial/EFD-Reinf (conforme o caso) devem refletir a mesma história; divergências geram malhá e intimações.

IRRF sobre serviços: leitura da tabela

Alíquotas variam por natureza do serviço (profissionais, limpeza, vigilância, etc.). A base é o valor bruto da NF conforme a norma.

Erro clássico: reter sobre valor já líquido ou duplicar retenção em parcelas do mesmo contrato.

Outro erro: usar alíquota de serviço A em serviço B porque "é parecido". A tabela oficial manda.

Enteramento e declaração passam por EFD-Reinf e DCTFWeb no fluxo mensal do retentor. Documente exceções do mês (dispensa, alíquota zero, imunidade alegada) com base legal resumida e validação do contabilista. Exceção sem papel vira glosa depois.

PIS e COFINS retidos na fonte

A retenção de PIS e COFINS aplica-se a serviços listados na legislação, com alíquotas combinadas clássicas sobre a base.

Prestador no Simples pode ter tratamento específico; em alguns casos não se retém na fonte. Confirme antes de descontar.

O tomador deve escriturar os eventos corretamente. Descontar e não recolher é autuação certa.

Concilie a retenção com a NF-e e com o pagamento bancário no mesmo pacote do mês. Como hábito de controle interno, registre em uma planilhá do período os totais relevantes, a estimativa a pagar e as exceções abertas com responsável e prazo. Cruze esses totais com o export de documentos fiscais e com o extrato bancário antes de transmitir. Esse cruzamento evita a maioria das diferenças simples e deixa evidência se for preciso retificar. Confirme sempre alíquotas e prazos no calendário oficial do ano em curso.

CSLL retida quando entra na conta

Em serviços sujeitos, a CSLL retida soma-se ao pacote de retenções federais.

Use planilha interna com colunas: base, IRRF, PIS, COFINS, CSLL, líquido e data de recolhimento.

Exemplo ilustrativo: NF de R$ 10.000 em serviços sujeitos pode gerar retenções totais acima de R$ 500, dependendo do caso.

Valide números com o contador; este texto é mapa operacional, não tabela oficial. Reduza dependência dé uma única pessoa: documente o passo a passo do fechamento, mantenhá acessos com substituição treinada e teste o login nos portais entre vencimentos. Continuidade operacional é parte do compliance.

Passo a passo tomador: da NF ao recolhimento

1) Validar CNPJ e regime do prestador. 2) Calcular retenções. 3) Registrar na contabilidade. 4) Pagar o prestador líquido. 5) Enviar comprovantes. 6) Escriturar EFD-Reinf. 7) Declarar DCTFWeb. 8) Recolher até o vencimento.

Falha em um passo gera autuação para o tomador e confusão para o prestador.

Padronize cláusula fiscal no contrato: quem retém, sobre qual base e em qual prazo o comprovante é enviado.

No fechamento, cruze lista de NFs com lista de retenções pagas; diferença zero é a meta. Havendo dúvida material, anote a pergunta, a resposta do contabilista e a data. Não deixe o critério só em chat efêmero. Esse registro encurta auditorias e retificações.

Passo a passo prestador: crédito e DIRPF

1) Conferir retenções na NF. 2) Registrar a receber bruto e retido. 3) Compensar no DAS ou na DIRPF conforme o regime. 4) Cobrar certidões se o cliente não recolheu.

Autônomo: retenção na fonte precisa conversar com carnê-leão e com a DIRPF anual.

Não ignore retenção "pequena": o cruzamento da Receita é automático.

Se o tomador reteve indevido, documente e corrija; não resolva só no informal. Tabelas de retenção mudam e dependem da natureza do pagamento, do enquadramento das partes e de limiares. Não memorizé um PDF antigo: confirme a regra vigente e o código de receita no momento do pagamento. Treine contas a pagar para pausar quando o serviço for ambíguo.

Erros que geram autuação

Não recolher retenção descontada. Recolher sem descontar do prestador. Alíquota errada. CNPJ errado na DCTFWeb.

Prestador do Simples retido indevidamente. Parcela sem retenção em contrato contínuo.

Corrigir exige retificação de acessórias e, às vezes, acordo com o prestador.

Previna com tabela atualizada impressa no SOP e revisão trimestral do contador. Controle retenções sofridas e retenções efetuadas em relatórios separados. Cruze com NF-e/NFS-e e com o banco. Dirf/eSocial/EFD-Reinf (conforme o caso) devem refletir a mesma história; divergências geram malhá e intimações.

Relação com PGDAS-D e NF-e

Retenção não substitui o DAS do Simples, mas afeta o caixa e as demonstrações do prestador.

A NF-e deve refletir valores e impostos coerentes com o que foi retido e pago.

O prestador no Simples continua o ritual de PGDAS-D e DAS sobre a receita bruta.

Tomador e prestador precisam fechar o mês na mesma competência; atraso de um lado vira divergência no outro. Documente exceções do mês (dispensa, alíquota zero, imunidade alegada) com base legal resumida e validação do contabilista. Exceção sem papel vira glosa depois.

Reforma CBS/IBS e retenções clássicas

Em 2026 convivem sistemas: retenções de PIS e COFINS seguem regras atuais na transição, enquanto CBS e IBS avançam nos documentos fiscais.

Não assuma que CBS/IBS "apagaram" IRRF, PIS, COFINS ou CSLL retidos. Confirme a regra do período.

Atualize o ERP para destacar e calcular o que ainda for devido na fonte.

Conteúdo informativo: enquadramento final é legislação mais contador. Como hábito de controle interno, registre em uma planilhá do período os totais relevantes, a estimativa a pagar e as exceções abertas com responsável e prazo. Cruze esses totais com o export de documentos fiscais e com o extrato bancário antes de transmitir. Esse cruzamento evita a maioria das diferenças simples e deixa evidência se for preciso retificar. Confirme sempre alíquotas e prazos no calendário oficial do ano em curso.

Planilha operacional 10 colunas

Data, prestador, NF, base, IRRF, PIS, COFINS, CSLL, vencimento e acuse DCTFWeb.

Revise no dia 10 de cada mês. Exporte do ERP e compare com o banco.

Marque em vermelho qualquer linha sem acuse ou sem comprovante enviado ao prestador.

Arquive a planilha do mês junto com XMLs e guias; facilita PER/DCOMP e resposta a intimação. Reduza dependência dé uma única pessoa: documente o passo a passo do fechamento, mantenhá acessos com substituição treinada e teste o login nos portais entre vencimentos. Continuidade operacional é parte do compliance.

Checklist 12 pontos retenções

1. Tabela atualizada. 2. Cadastro de prestadores. 3. NF validada. 4. Cálculo conferido. 5. Pagamento líquido. 6. EFD-Reinf.

7. DCTFWeb. 8. Comprovante arquivado. 9. Prestador informado. 10. Simples verificado. 11. Retificação se erro. 12. Revisão trimestral.

Se um item falhar, não feche o mês. Retenção mal feita vira autuação para os dois lados.

Inclua o checklist no ritual do fluxo mensal DCTFWeb, eSocial e EFD-Reinf. Havendo dúvida material, anote a pergunta, a resposta do contabilista e a data. Não deixe o critério só em chat efêmero. Esse registro encurta auditorias e retificações.

Perguntas frequentes

Retenção libera ISS?

Não automaticamente; ISS é municipal e tem regras próprias.

MEI sofre retenção federal clássica?

Em geral não nas hipóteses usuais; confirme o caso.

A Nompli recolhe?

Não.

Onde está a tabela oficial?

Receita Federal e legislação vigente. Tabelas de retenção mudam e dependem da natureza do pagamento, do enquadramento das partes e de limiares. Não memorizé um PDF antigo: confirme a regra vigente e o código de receita no momento do pagamento. Treine contas a pagar para pausar quando o serviço for ambíguo.

Como a Nompli ajuda

A Nompli não substitui o Portal do Simples Nacional, o e-CAC, a SEFAZ nem o seu contador.

O que a Nompli faz é organizar a rotina: estimar retenções, marcar vencimentos e organizar o checklist do mês, guardar checklists e manter prazos e estimativas visíveis para você e o contador trabalharem com números sustentados.

Comece com calculadora retenciones, calendário tributário e checklist fiscal mensual. As decisões oficiais continuam nos portais do governo.

Use as ferramentas como apoio interno. O valor do DAS, a autorização da NF-e e o recibo de declaração só valem quando saem do sistema oficial. Controle retenções sofridas e retenções efetuadas em relatórios separados. Cruze com NF-e/NFS-e e com o banco. Dirf/eSocial/EFD-Reinf (conforme o caso) devem refletir a mesma história; divergências geram malhá e intimações.

Setores que mais erram retenção

Construção, TI, marketing, limpeza, segurança e consultoria aparecem com frequência em erros de base e alíquota.

Contratos longos com medições parciais pedem retenção por medição, não só no final.

Padronize cláusula fiscal no contrato e treine quem emite o pedido de pagamento.

Revise trimestralmente os CNAEs dos prestadores; mudança de atividade muda a tabela. Documente exceções do mês (dispensa, alíquota zero, imunidade alegada) com base legal resumida e validação do contabilista. Exceção sem papel vira glosa depois.

Conservação de documentos

Guarde NFs, guias e relatórios da EFD pelo prazo legal. Backup anual off-site.

Útil em PER/DCOMP, malha e resposta a intimação.

Nomeie pastas por competência e CNPJ do prestador.

Sem comprovante, o prestador não prova a retenção na DIRPF ou no Simples. Como hábito de controle interno, registre em uma planilhá do período os totais relevantes, a estimativa a pagar e as exceções abertas com responsável e prazo. Cruze esses totais com o export de documentos fiscais e com o extrato bancário antes de transmitir. Esse cruzamento evita a maioria das diferenças simples e deixa evidência se for preciso retificar. Confirme sempre alíquotas e prazos no calendário oficial do ano em curso.

Aviso legal

Conteúdo educativo. Não substitui instruções oficiais da Receita Federal, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), da SEFAZ nem orientação do seu contador.

Prazos, alíquotas, leiautes de NF-e, PGDAS-D, DEFIS e obrigações acessórias podem mudar por lei ou instrução normativa. Confirme sempre em gov.br/receitafederal e no Portal e-CAC.

A reforma do consumo (CBS e IBS) em 2026 segue cronograma de transição publicado pelo governo; use esta leitura como mapa operacional, não como parecer jurídico.

Reduza dependência dé uma única pessoa: documente o passo a passo do fechamento, mantenhá acessos com substituição treinada e teste o login nos portais entre vencimentos. Continuidade operacional é parte do compliance.

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